Ana Rosado

Her love for aesthetics has led her into doing a BA in Landscape Architecture and her interest in words is why she has decided to add a BA Journalism to her formal education. Recently, she has finished a Master degree in Fashion Journalism at London College of Fashion. Creativity is what inspires Ana to write and the reason she is always eager to find out more about good, intelligent design.

Minigarden e plantas de interior para uma casa mais bonita

Minigarden e plantas de interior para uma casa mais bonita

Uma casa com plantas é sem dúvida mais acolhedora e bonita. Quando se abre a porta de casa, a visão de um ser vivo — mesmo não-pensante — é reconfortante, e as cores brilhantes das flores ou folhas trazem alegria a um dia cinzento de tão rotineiro. Como li em algum lado, ter flores em casa faz-nos acreditar que aqui, no sítio onde escolhemos viver, algo pode crescer — uma ideia bonita e verdadeira. Embora uma só planta seja um passo em direcção a uma vida caseira mais simpática, não se fique por esse gesto solitário e dê asas à imaginação: com o Minigarden as combinações são inúmeras e todas maravilhosas.

Como o leque de possibilidades de decoração é amplo, o mais importante é escolher uma inspiração: uma cor, um tema, uma imagem. Tudo é válido. Depois de escolher as espécies que complementam melhor a divisão que quer decorar e com a ajuda dos modelos Minigarden, pode brincar com a disposição e número de plantas.

Flores e cor: a receita mais simples

Vamos começar por uma ideia simples: plantas com flores coloridas. As plantas são uma fonte de brilho e cor dentro de casa. Se preferir organizar a plantação por cores, mantendo a mancha florida no mesmo tom, basta escolher espécies diferentes com pigmentos semelhantes.

Lembre-se que para o efeito ser mais dramático, é preciso que todas floresçam na mesma altura. Em tons de violeta, existem as Violeta Africana, as Oxalis — mais conhecidas como trevos — a Maracas Porphyrocoma e as Gloxínias. Estas plantas ornamentais florescem ao longo do ano todo, excepto a Oxalis triangulares que dá flores de Agosto a Novembro. Em tons de fogo, há a Columéia, a Sardinheira e a Begonia.

Decorar com folhas

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As flores não são o único aspecto interessante das plantas. As folhas também exibem cores e formatos bonitos e permitem criar um espaço caracterizado pela constância do verde e dinâmica das folhas. Os fetos são incontornáveis: o conhecido Feto-espada e o Feto-ninho têm formatos completamente diferentes e são muito usados como plantas de interior. O Clorofito, ou Planta-Aranha, é outro exemplo de uma planta ornamental usada pelas folhas às riscas verde-clara e verde-escura. Por fim, sugiro a Hypoestes porque as folhas variegadas não são verdes.

A força das suculentas e cactos: um espaço escultural

As suculentas e os cactos, pelas suas formas interessantes, são elementos essenciais para tornar um espaço num lugar elegante. Raras pessoas decidem explorar esta área da botânica, mas, para além da originalidade, estas plantas também garantem uma imagem inesperada e bonita. As suculentas e os cactos são como esculturas e a maioria é de cor neutra, o que permite ser-se mais arrojado com outras partes da decoração.

O Cacto Macarrão é uma planta incrível com pequenos ramos que podem crescer até se transformarem em hastes longas — corner-columndurante a Primavera, a cor verde das hastes é acompanhada por uma floração branca. A Jade é uma óptima adição ao seu muro de suculentas. As suas folhas ovais empilhadas umas sobre as outras são uma construção natural brilhante que no Inverno e na Primavera tem a companhia de flores brancas. A Aloé Vera é popular mas nem sempre no jardim, porém, as suas folhas verde-acizentadas vão tornar este conjunto menos monótono. Por fim, pode acrescentar ao seu jardim árido a Echeveria: a rainha deste grupo. A Echeveria também é conhecida como Rosa-de-Pedra e a disposição das suas folhas suculentas explica o porquê do nome.

Decorar com o Minigarden é uma alegria por causa da flexibilidade oferecida pelos módulos. Existem vários exemplos brilhantes do que se pode fazer com o Minigarden Vertical e Corner para tornar as divisões de casa mais arrojadas: uma fila em altura com o Minigarden Corner nos quatro cantos da sala ou uma parede divisória entre ambientes diferentes com o Minigarden Vertical são apenas duas sugestões.

Apague a fronteira entre o interior e o exterior e divirta-se com a liberdade de decorar salas ambíguas.

Manuel Rodrigues – o criador do Minigarden

Manuel Rodrigues – o criador do Minigarden

Manuel Rodrigues, nascido em Guilheiro, concelho de Trancoso, é a cabeça criativa por trás do Minigarden. Para além de ser um empreendedor de sucesso em diferentes áreas — indústria, comércio, serviços e agricultura — Manuel Rodrigues é apaixonado pela natureza, um gosto que garante existir desde a sua concepção. Para ele, o contacto com as plantas é tão natural como o espírito curioso e o olhar incisivo que possui desde miúdo quando ia para o campo lavrar terrenos.

Apesar de ser o criador do Minigarden, Manuel Rodrigues não se considera um inventor, mas um ‘engenhocas’ que aos 12 anos viajou para Lisboa para estudar e trabalhar. A sua vida profissional é marcada pela organização, uma característica que o colocou na vanguarda do empreendedorismo pelas soluções que criou para melhorar a eficiência dos processos industriais. Foi a curiosidade inata e o gosto quase genético pela natureza que o levaram a começar na altura da sua reforma mais uma aventura: o Minigarden.

Numa sala na residência oficial do projecto, rodeados por plantas em Minigardens, Manuel Rodrigues falou-me do seu percurso e das ideias futuristas para a Urban Green Revolution.

Ana Rosado: Pode contar-nos a história de como surgiu a ideia para o Minigarden?

Manuel Rodrigues: Quando fiz a casa onde vivo agora, construiu-se um muro de contenção de terras com cerca de sete metros de altura. Cada vez que olhava para a muralha, não gostava de ver aquele espaço vazio, por isso, decidi criar uma solução. Primeiro, pensei em como poderia decorar a muralha, e, depois, que partido tirava dessa decoração. Como os meus netos ainda eram pequenos e todos os avós gostam de oferecer morangos, foi o que decidi fazer.
No primeiro ano, muito em cima da hora, fiz uma pirâmide no chão com diversos pisos e pus os morangos por ali acima. No ano seguinte, encomendei madeira tratada e revesti a muralha com tábuas inclinadas — enchi-as de terra e plantei morangos. Nesse ano, a plantação correu muito bem e houve morangos para todos. Depois comecei a pensar em como fazer uma montagem do género mas mais prática, e foi assim que nasceu o modelo Minigarden.

AR: Qual foi o momento em que percebeu que o cultivo vertical podia ser mais do que uma forma de se manter activo na altura da sua reforma?

manuel-rodrigues-minigarden-3MR: O vertical surgiu do gosto pelas plantas. Eu gosto muito de plantas, sempre gostei. Tem alguma graça, mas provavelmente até fui gerado no campo porque os meus pais eram camponeses agricultores e as malhadas dos cereais são sempre no Verão, em Agosto. Se contar os meses, desde o meu nascimento até Agosto, são nove, por isso eu acho que nasci de uma sesta. Aliás, na minha terra mais de metade das pessoas nascem nessa época.

AR: Uma teoria interessante.

MR: Eu nasci e fui logo para o campo. É um prazer que se herda. Desde essa altura que, assim como todas as pessoas da minha família, gosto de plantas. Tive um tio que foi particularmente importante na formação da minha personalidade. Ele era resineiro e um grande engenhocas. Mesmo que a asa de um pote de barro se partisse, o meu tio não o deitava fora — enchia tudo com plantas. Acho que isso influenciou o meu gosto pela natureza.

AR: Mas quando viu a sua horta vertical, fruto da influência criadora do seu tio, achou logo que teria um grande potencial?

MR: Com certeza. Logo nessa altura achei que era uma peça fundamental, até porque não havia — ou eu não conhecia — nada semelhante, como se comprovou com a patente que depois registei.
A minha maior vontade era a de prestar um serviço — proporcionar às pessoas condições para exercer uma actividade, contribuindo para a melhoria dessa própria actividade. Nessa altura, pensava muito nessas condições e em incentivar as pessoas a produzir e a tratar de mais plantas.

AR: O que é que lhe deu mais prazer, até agora, nesta aventura?

MR: Muitos momentos. Primeiro, foi utilizar o Minigarden numa estufa. Parecia uma operação de laboratório porque não conheço nenhuma estufa com o nível de higiene e limpeza que havia na nossa. Em segundo lugar, a sensação de colher um fruto que não está em contacto com nada — pendurado. Em termos de aspecto e condições, esta produção está mais próxima de uma cerejeira ou de uma macieira. No fundo, criámos morangos como se se tratasse de uma árvore. Este foi um dos momentos que mais me entusiasmou porque os frutos em contacto com a terra podem ficar doentes e transmitir doenças.

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AR: Referiu os seus pais, a família, e a vida no campo: como é que a paixão pela natureza se reflecte na sua vida desde pequeno?

MR: A vivência no campo, a família, vizinhos e amigos foram importantes. O meu pai tinha sempre flores na horta — na província não é muito natural ter flores na horta — e cultivava várias plantas, às vezes coisas de que eu não gostava: na altura das favas, comia favas todos os dias, e na altura das ervilhas, comia ervilhas todos os dias. Hoje em dia, adoro favas e ervilhas.

AR: Qual é que foi a lição mais importante que aprendeu com o seu pai?

MR: Não tem que ver com plantas. O meu pai nunca comia sem dar de comer aos animais primeiro, e isso ficou sempre gravado na minha memória — nem no campo, nem em casa.

AR: Considera-se um inventor?

MR: Não. Acho que sou um engenhocas. Quando ia para o campo lavrar terrenos, se se partisse uma peça do arado, eu fazia-a logo ali. Nunca voltei para casa por causa de uma peça partida. Quando trabalhava na indústria, desenvolvia processos industriais para embalar com mais rapidez e menos mão de obra. Nos anos 80, tinha a fábrica toda informatizada. No fim de cada dia sabia as matérias primas que tinha em stock, por exemplo.

AR: Gosta de trabalhar com eficiência?

MR: De organização, principalmente. Quando estava no comércio criei o meu próprio código — ainda hoje o uso, cinquenta anos depois — e sabia a qualquer momento quem era o fornecedor e quanto me custava uma garrafa ou um produto qualquer. Tinha tudo etiquetado e em código. Ainda hoje, em casa, tenho as minhas garrafas etiquetadas e sei quanto custaram, e onde e quando as comprei. Mais ninguém percebe o código, só eu. Já tenho este método desde os catorze anos.

AR: De que forma é que a natureza esteve presente na sua vida profissional desde a sua primeira empresa?

manuel-rodrigues-minigarden-2MR: Sempre consegui compatibilizar as duas áreas. Por exemplo, quando fiz os parques industriais, tive o cuidado de os ajardinar. No fundo, fui o primeiro a fazer parques industriais ajardinados há mais de vinte anos.

AR: Como é que vê o futuro do Minigarden?

MR: O Minigarden está em processo de evolução e há muitos planos traçados que vão sendo executados à medida das possibilidades. Por exemplo, vejo no futuro um Minigarden com rega própria e com formatos diferentes.

AR: Acha que o Minigarden contribui para a sustentabilidade do planeta?

MR: Com certeza. Cada Minigarden leva três plantas. Só na China, se conseguirmos vender um a cada pessoa, o planeta fica a ganhar muito. O Minigarden multiplica a plantação.

AR: Qual seria o expoente máximo da Urban Green Revolution?

MR: Parece-me que o expoente máximo seria a cultura de plantas sem terra e sem água. Creio que no futuro isso vai acontecer: plantas no ar. Para mim, esta seria a grande revolução. Para além disso, também é importante cultivar garagens e grandes espaços subterrâneos. Os Israelitas, por exemplo, têm áreas enormes subterrâneas com plantações.
Por outro lado, à medida que os combustíveis aumentam de preço, acho que a proximidade se vai tornar num factor essencial — quanto mais perto de casa estiverem os alimentos, principalmente agrícolas, melhor. O Minigarden, neste caso, é excelente porque permite produzir à porta de casa.

Não consigo perceber como é que ainda há pessoas que não gostam de plantas, as mais antigas fábricas do mundo. Em jeito de ironia, costumo dizer-lhes: ‘Não gostas de plantas? Quando morreres vão-te lá levar.

Como ter alfaces à mão de semear

Como ter alfaces à mão de semear

A alface é um legume indispensável sem o qual o meu frigorífico estaria despido. Salvo raras excepções, as compras semanais costumam incluir pelo menos uma variedade desta verdura tão fresca: frisada, romana, ou lisa. Sendo o principal elemento de uma boa salada, a alface não pode faltar na mesa, principalmente no Verão, altura em que o calor sufocante nos impõe restrições apertadas sobre aquilo que comemos.

Felizmente, plantar alface em casa não é um bicho de sete cabeças, e com a ajuda dos mais novos não custa nada. Se estiverem envolvidas no crescimento dos legumes, é possível que as crianças os comam mais facilmente — se trazem diversão, só podem ser saborosos.

Verde: a cor da sustentabilidade e da saúde

Não há como enganar, quanto mais colorida, mais saudável é a sua alimentação, e o verde é um dos tons obrigatórios em qualquer prato. Para garantir a sua presença, basta ter em casa folhas de alface em abundância: elas vão fazer com que a sua saúde não descarrile. Embora seja um alimento pouco calórico, a alface tem um valor nutricional alto, ajuda a combater insónias e é uma boa fonte de ferro. A beleza da pele e do cabelo também andam de mãos dadas com a ingestão de alface: há quem diga que beber regularmente um sumo deste alimento estimula o crescimento do cabelo.

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Convém lembrar que as folhas mais escuras são mais nutritivas, mas todas são igualmente deliciosas. No entanto, se não sabe de onde vem a alface que come ao almoço, não sabe que químicos foram usados na sua produção. Se assim for, nem com todos os seus nutrientes a alface consegue ser benéfica. O conhecimento é a melhor forma de garantir a segurança dos legumes que ingere.

Por outro lado, embora seja possível cultivar alface durante o ano todo, este legume continua a viajar muitos quilómetro para chegar à sua mesa. Se criar a sua própria produção de alfaces, está a trabalhar para a sustentabilidade da vida terrestre. Para além disso, evita o desperdício que começa logo na fase de produção, em larga escala: antes de chegarem às prateleiras dos supermercados, muitos vegetais já foram parar ao lixo e depois de saírem das lojas, a sua sina não é muito diferente. As alfaces são melhores frescas, por isso, cultive-as e deixe de comprar legumes destinados ao lixo.

Mãos à obra

A alface é uma das verduras mais fáceis de convencer os mais novos a comer — em sanduíches eles nem reparam e adoram — para além de ser uma planta visualmente interessante e integrar qualquer espaço sem problemas. Mas mais do que um projecto divertido, útil e bonito, plantar alfaces também é simples. Fica aqui uma dica: é barato compra-las como baby plants e o resultado visual é imediato.

alfacesExistem inúmeras variedades de alfaces que diferem na textura e forma das folhas, não na data de plantação — elas podem ser plantadas em qualquer altura do ano, mas deve evitar-se a época das geadas e meses muito quentes porque as temperaturas altas geram folhas amargas. A Primavera é a altura ideal para começar a sua produção.
Se gosta de ter acesso a uma grande variedade, cultive diferentes tipos ao mesmo tempo. Por exemplo, a Iceberg é a mais crocante e geralmente utilizada com hambúrgueres e em sanduíches, já a alface de folhas soltas é mais verde e saudável. Pode completar a plantação com alface lisa, e galega.

O padrão e tamanho do cultivo depende da suas necessidades e espaço. Um Minigarden Vertical pode acolher nove plantas — uma em cada alvéolo — mas se precisar de mais, só tem de acrescentar módulos ou combinar com o Minigarden Corner. Se preferir uma opção mais simples, pode plantar as alfaces no Minigarden Basic, recostar-se e vê-las crescer.

Para garantir a qualidade da sua produção, escolha um local de cultivo solarengo, embora a sombra parcial também possa ser vantajosa nas horas mais quentes do dia.

Dicas para uma produção bem sucedida e proveitosa

No casminigarden-alfaceo das alfaces tipo romano, as folhas podem ser colhidas à medida que precisa delas, o que facilita o consumo diário e a permanência de um espaço bonito. Para manter a saúde da plantação, lembre-se que a alface prefere terra húmida. Faça regas mais ligeiras e frequentes — diariamente, ou dia sim dia não — nas alturas menos quentes do dia, e não permita que a terra fique encharcada, ou seca.

Sendo a alface a presença mais marcante do Verão, é fácil tirar proveito dela. A única dificuldade é sair da rotina das saladas e sanduíches — de vez em quando, experimente cozinhar a alface.

Por exemplo, sopa de alface é uma das minhas alternativas preferidas aos pratos frios mais comuns. Deixe ferver água numa panela e adicione alface, batatas, cebola e um caldo de galinha. Acrescente salsa e sumo de limão, e tempere com sal e pimenta. Por fim, bata a sopa no liquidificador.

Não há nada melhor do que folhas de alface frescas e acabadas de apanhar, sempre à mão de semear.

Como cultivar morangos em casa

Como cultivar morangos em casa

Não há Verão sem morangos, a fruta que faz recordar o sabor desta estação. A sua cor vermelha, quente, e viva não deixa prever a frescura de uma dentada e não há nada melhor do que cravar os dentes na pele sarapintada de um morango doce. É pela fruta que conhecemos o morangueiro, no entanto, as bonitas flores brancas de centro amarelo também merecem reconhecimento. Este ano, não há desculpa para não produzir deliciosos morangos — a manutenção é simples e o resultado é um prato óptimo servido numa noite quente de Verão. Para além disso, vai ver a diferença abismal entre os seus morangos e os que compra no supermercado. Só não se assuste se o tamanho dos seus frutos for diminuto, é que o sabor máximo vem em recipientes mais pequenos.

Saúde, sabor e diversão

Quase seria dispensável fazer uma lista dos benefícios e momentos saborosos que os morangos podem trazer, já que todos conhecemos a sua cor vermelha intensa, sinónimo de um fruto doce e fresco. De qualquer maneira, não deixa de ser importante falar na elevada concentração de vitamina C, fibra e potássio dos morangos, que, para além de deliciosos, ajudam a prevenir o cancro, a melhorar a saúde dos olhos e a manter a pele bonita.

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Existem três receitas fresquinhas que não dispenso no Verão. A primeira é limonada de morango, óptima para quem gosta de manter a temperatura corporal amena e uma combinação simples de fazer.

Nas alturas mais quentes, quer-se comida leve, por isso, uma salada de morangos, abacate, queijo e espinafres com molho de mel, sumo de limão e mostarda é essencial.

Por fim, aproveite os morangos que sobram para fazer compota, uma tarefa mais fácil do que parece: lave e corte 500 gramas de morangos, junte 400 gramas de açúcar e o sumo de um limão e deixe ferver em lume brando.

E como se estas razões não fossem suficientes para arregaçar já as mangas, os miúdos também vão adorar plantar morangueiros. Que criança é que não gosta de morangos? Vai ser uma alegria apanhar os frutos com os mais pequenos, mostrar-lhes como crescem, e vê-los deliciar-se com esta sobremesa.

Os primeiros passos

É importante escolher a variedade certa para plantar. Na Primavera, deve preferir variedades remontantes — produzem morangos entre Junho e Outubro — como a Selva, Diamante, Aroma, Albion e Seascape que são mais produtivas. As não-remontantes, como a Camarosa, Chandler, Kwesta, Carisma, Agoura, Ventana e Candonga devem ser plantadas no final do Verão e só produzem morangos uma vez, entre Abril e Junho. É possível comprar os pés de morangueiro em molhos, assim, o resultado é imediato.

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Manter o morangueiro é simples mas, primeiro, é preciso escolher o local certo. Se perder algum tempo na primeira fase do processo, depois só tem de colher os frutos do seu trabalho. Para esta planta, escolha um sítio com boa luz e pouco vento porque ela gosta de sol — um elemento determinante na doçura do fruto. O solo deve ser solto e arejado, com boa capacidade de retenção de água e boa drenagem: precisamente o substrato do seu Minigarden.

A única coisa que falta é o recipiente perfeito para plantar o morangueiro. O Minigarden Vertical é o mais apropriado para ver crescer a sua nova fonte de sabor. Se quiser dar asas à criatividade, use o Minigarden Vertical em conjunto com o Minigarden Corner e adapte-os ao seu espaço, maximizando os limites exteriores e interiores da sua casa. Só um Minigarden Vertical permite plantar nove morangueiros, o Kitchen Garden dá para vinte e quatro, por isso, imagine quantos batidos de morango vai poder aproveitar no Verão.

Ao plantar um morangueiro, retire as folhas velhas e os frutos maduros para não apodrecerem. Por fim, durante a primeira semana, faça uma rega diária, ao final do dia: uma óptima maneira de relaxar e garantir o sucesso da sua produção. Ao invés de usar um regador, pode optar pelo kit de rega, automático ou não, que se liga a uma bomba ou torneira.

Dicas de manutenção

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Depois de tratar da casa permanente dos seus morangueiros, é fácil mantê-los saudáveis. Para isso, deve regá-los uma vez por semana, antes do Verão chegar e, na altura de maior calor, basta garantir que os morangueiros não ficam com muita sede. Porém, lembre-se que quanto mais regar, maiores ficam os frutos, e menos intenso fica o sabor. O ideal é encontrar um equilíbrio.

Tal como as pessoas, o morangueiro também necessita de uma nutrição rica e adequada. Para que não lhe falte nada, use reforços nutritivos Minigarden. Neste caso, recomendamos o Minigarden Grow Up Laranja, para flores e frutos.

De vez em quando, é preciso verificar se há morangos maduros, prontos para serem colhidos e saboreados. Não os deixe apodrecer na planta. Ficam aqui dois conselhos para aumentar o sabor dos morangos: evite regar os morangueiros dois dias antes da colheita e apanhe os morangos na altura mais quente do dia.

O seu novo residente pode dar-lhe algumas alegrias, ou frutos, durante cinco ou seis anos, no entanto, a produção vai diminuindo depois dos dois primeiros anos. Por isso, se quiser manter a qualidade dos morangos, é importante comprar novos pés.

Fáceis de plantar, manter e saborear, os morangos são os heróis do Verão.